Poderia amar-te na aurora das revoluções,com o amor alucinadodos anarquistas loucos,em caves desertas e cinzentas de fumo,sob furacões de balas e multidão,no delírio sangrentoda queda da ordeme das tiraniasAmar-nos-íamos!Amores crispados,amores profanos,amores inquietos de pólvorae arame farpado.Ficaríamos depois,ombros nos ombros,alheios às chamas,olhando a imensa flor vermelhairrompendopor entre os escombros.terça-feira, 24 de julho de 2007
Delírio sangrento.
Poderia amar-te na aurora das revoluções,com o amor alucinadodos anarquistas loucos,em caves desertas e cinzentas de fumo,sob furacões de balas e multidão,no delírio sangrentoda queda da ordeme das tiraniasAmar-nos-íamos!Amores crispados,amores profanos,amores inquietos de pólvorae arame farpado.Ficaríamos depois,ombros nos ombros,alheios às chamas,olhando a imensa flor vermelhairrompendopor entre os escombros.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário